terça-feira, 2 de julho de 2013

Alegria, alegria!

Sim, amigos, alegria, alegria, gritava o povo nas ruas e o Pintinho com os tornozelos inchados, manquitolando, se maldizia da “alergia, alergia”, a peste desta alergia. Nos lares, bares e lupanares, nos sertões e nos sete mares, o grito de vitória, para ficar na história, campeão, campeão! Foi conquistada a Taça das Confederações. O Brasil soube ganhar, sem precisar de juiz roubar. Sem mutreta e sem conchaves de juiz. Nem foi preciso que “as meninas” tirassem as forças dos espanhois debaixo dos lençóis. Nem dos caracóis dos seus cabelos. O Brasil quebrou o cabaço da Espanha que fazia 29 jogos sem perder. E nem gol pegava. Era chamada de “fúria”. Quebramos invencibilidade deles que há quatro anos, 29 jogos não apanhava e nem gol levava. Sim, amigos, como diz o Galvão Doendo, o time da Espanha era invicto, encabaçado. E nosso Brasil varonil, com aquele treinador quase senil, foi campeão da Copa das Confederações. E os argentinos reconheceram que a Espanha foi apanhada pela “febre amarela”, como saiu no jornal deles, o Olé. Lá mesmo, na Espanha tiveram humor para achar que foi um “Maracanazo”, com um “ Neymarazo”. Não adianta a desculpa deles de que foram derrotados pelo amor ardente de nossa gente, debaixo dos lençóis. Que os brasileiros enviaram agentes secretas para fazerem “amore”. Não cola. Eles perderam foi na bola. Nenhuma desculpa. Nem arbitragem. Brasil ganhou na bola, Brasil é a grande escola. Ganhou da Espanha, das touradas de Madrid. Com esta vitória, o movimento dos meninos murchou um pouco. Era sucesso se o Brasil perdesse, eles iriam às ruas com mais força. O Brasil ganhou? O movimento murchou?O Brasil foi campeão, apesar do Felipão! Treinador turrão. Alegria, alegria. O Brasil é o pais do futebol, faça chuva ou faça sol.

Na cama com Mariano.



No dia em que o  Mariano Marques me levou para sua cama. E ele disse que nem doeu...


Nosso embaixador em Brasília,Paulo José Cunha.


O filho de dona Salomé todo nos trinques.Nosso embaixador em Brasília.


segunda-feira, 1 de julho de 2013

Paulo Moura no hospital.


Este é o Paulo Moura, o primeiro filho da Mãe Ana.Aliás, é  neto da Tia Ana, do jornal O DIA.Ele é o editor dos meus livros.

Porta encostada


domingo, 30 de junho de 2013

O jogo é hoje

Sim, leitorado fiel e eleitorado nem tanto. O jogo é hoje. Uma decisão como são todas as decisões. O jogo maior da Copa das Confederações. Uma copa que tem dado muitas confusões. Nas cidades maiores, baderrneiros, estudantes e espertalhões invadem comércios, quebram, fazem bagunças, em nome da democracia e da ordem e progresso. Usam desordem em nome da ordem.
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