terça-feira, 17 de setembro de 2013

Cadê o povo?

Minha gente, a coisa está feia. O nosso povo se esqueceu do nosso futebol. Nunca pensei que a televisão com jogos em São Paulo, Rio, Minas, Paraná, e até o rádio fossem concorrentes do futebol ao vivo. Pois estão sendo. Sábado e domingo, tivemos dois bons jogos no estádio Lindolfo Monteiro e tu acreditas que não tinha “ninguém“? O pouco povo que estava lá não dava para encher o ginásio da AABB. Sábado, tinha umas cabeças de sangue no LM, mas ainda tem a desculpa de que era o Piauí quem estava jogando contra um time do interior, Piripiri e não dava renda. Mas domingo, meu irmão, era o Flamengo, tido como o mais popular e tinha até menos do que no sábado. Um riverino, o Marcelão Tennile, cortando as mágoas de ficar de fora como bandeira de mata-mosquito, ainda diz no “face” “:Um time entra em quadrangular se achando a cola Santander Libertadores. Os torcedores se acham a melhor coisa do mundo, não colocam nem 300 pagantes no estádio e a diretoria pensando que iria burlar o regulamento. Agora que era líder vai v irar lanterna sem pilha. ”Na verdade, Marcelão, o problema não é só do Flamengo, é de todos os clubes e se o River estivesse no meio, também as rendas seriam bufas de anum. O nosso jogo de bola profissional atravessa a mais séria fase de liseira, de afastamento da plebe rude e ignara, da massa, do povo e da chamada “sociedade” que é aquele povo metido a rico. Não se fecham, impunemente, dois estádios de futebol e um ginásio de esportes. Verdão, Albertão e até nosso Lindolfinho. Esporte, tanto a prática como a assistência, é costume, é vivência é a necessidade de diversão. É como dançar. Quem para de bailar se descostuma, fica de pernas duras. Quem pára de ir ao futebol se esquece do caminho do estádio, do gosto do refresco da Teresa Fogoió, do Pastel de Maria Divina, de gritar “Cabeça de Pato”, de mexer com o Carlos Said, de xingar o juiz de ladrão. Não adianta dizer que é a televisão quem está tirando nosso povo do futebol. Negativo. São os próprios dirigentes, os cartolas de meia-tigelas ou os meio-cartolas  os lisos. Urge que se tomem urgentes providências para a recuperação de nosso futebol. Governo, prefeitura, empresários, porque o futebol é a maior diversão coletiva do povo, melhor individual continua sendo o outro sexo e agora até os dois juntos fazem a festa. E o povo? Cadê o povo no futebol?  

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Garantia


Radialistas

Pedro Alcântara , Ben-Hur , Garrincha , Vicente , Tiberinho , Morais Filho e Airton Soares .


domingo, 15 de setembro de 2013

Diga Meu Bem !!!

Centro de Teresina , quando ainda estava invadida por ambulantes.


100 anos não são 100 dias...

Gentes boas, neste domingo, o Esporte Clube Flamengo, na segunda partida do treinador Paulo Moroni, viaja para os Picos. Dizia o saudoso Zé da Silva que Picos era a terra onde pitomba era fruta e jumento era carro de praça. Já se foi para a outra dimensão, mas seus ditos ainda continuam lembrados nas conversas do mercado da Vermelha. Pois o Flamengo de Paulo Moroni enfrenta o Picos de outro Paulo, que é o Laureano e tendo como treinador adversário, o Anibal Lemos, que também já passou pelo Flamengo, que time de futebol é como mulher da Beth Cuscuz. Os homens passam. E não deixam saudades. Técnico de futebol é uma categoria mais falsa do mundo. Um aperta a mão do outro e até “deseja” felicidades, mas no fundo, no fundo, um quer é botar no outro como a vaca botou no mestre Alfredo. Vejamos o jogo de hoje, Picos x Flamengo. Moroni vem arrumando o seu time que tem mais jogador que era do Parnaiba do que do próprio Flamengo. Conhecedor do rame-rame da região, especialista em futebol do nordeste, com amplo currículo  por estas bandas, o treinador do Flamengo enfrenta o técnico Anibal, apelidado de Cara de Anjo, seu velho conhecido e adversário muitas vezes. Estando há pouco tempos nos Picos, ainda não pode ter se ambientado à comida com muito alho, mas os jogadores, ele manjam bem. Tudo é farinha do mesmo saco, jogador de futebol e rapariga, tem as mesmas manha e manias. O grande lance é o “incentivo fiscal”, a grana, o bicho prometido. Não vai ser mole para o Flamengo. A arbitragem central é do Antonio Lopes, que tem apitado até direitinho. Vai ter como bandeiras o Tiago Leitão e Edmilson Timóteo e o terceiro ajudante é o Antônio Francisco Cordeiro.   

Livro do Jofre

Estou pensando seriamente em escrever um livro sobre as peripécias do ex-presidente da Federação de Futebol do Piauí, o coronel Jofre do Rego Castelo Branco. Não só na política como no futebol. Uma figura que deixou sua história na política e no futebol de Teresina, coronel também foi professor do Liceu Piauiense e dizia que só faltava ser arcebispo e governador. Aguardem.   
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